Infelizmente as pessoas quando estão a frente de um Poder, esqueci dos sentimentos de seus semelhantes, me lembro muito bem da inauguração deste Colégio que trazia o nome daquela que me deu a Luz do viver contemporâneo e partiu no dia 09 de agosto de 1992 aos braços Deus e Maria Santíssima! Ela se chamava Margarida Mendes Cavalcante. Logo após a doação daquele prédio Localizado na Rua 5 de fevereiro ao Estado do Ceará para o funcionamento da Escola Elza Goersch, e tendo sido remanejado seus alunos para a Rede Municipal (Sede) a Prefeitura deu fim a placa de tal homenagem. O que nos leva afirmar que se os homens públicos de nossa Urbe tivessem maior sensibilidade quanto à preservação de nossa história, transportaria ou levaria essa homenagem para outro Prédio Escolar ou para o próximo que viesse a ser construído com este objetivo. De forma a restaurar a justa homenagem (Aprovado em Lei Municipal), a essa grande mulher forquilhense. Nestes termos não estou aqui me referindo a administração atual, mais sim a um fato pitoresco que envolve a preservação de dados histórico do município de Forquilha, terra que me viu nascer! O Prefeito Municipal Gerardo José Dias de Loiola sempre tendo seus sentimentos pelos mortos, inaugurava em sua gestão o então Colégio em Nome da minha querida Genitora. O tempo passa, mas a Justiça de Deus é abundante! Fica nosso alerta para as futuras gerações sobre a Politicagem em nosso Forquilha. Morre uma pessoa para dar vidas as outras. Por Célio Cavalcante filho de Abelardo Cavalcante de Vasconcelos e Margarida Mendes Cavalcante, estes já (In memoriam).
Por: Célio Cavalcante - Pesquisador da Pré-história * Radioamador - Radialista e Correspondente da Associação Cearense de Jornalista do Interior - ACEJI.
segunda-feira, 28 de junho de 2021
DOCUMENTÁRIO TELEVISIVO “VESTÍGIOS PRÉ-COLONIAIS CEARENSES”
terça-feira, 1 de junho de 2021
MANOEL FROTA O CLÃ DA FAMÍLIA OS FROTAS DE FORQUILHA-CEARÁ
O Pesquisador Genealogista Intelectual sobralense Dr. Francisco de Assis Vasconcelos Arruda escreveu em seu livro sobre “OS FROTAS”. Onde o Padre José Gentil da Frota diz que a genealogia é como um diário da história de uma família, de uma cidade, de um povo, ou mesmo de uma civilização, que nos relata seus feitos e conquistas, através do sangue derramado e corrente nas artérias sanguíneas de sua gente, que se perpetua infinitamente através dos tempos como as estrelas do céu. ASSIS ARRUDA com estas palavras deu continuidade ao retrospecto genealógico e histórico que o Padre José gentil da Frota, tão bem nos contou sobre a família Frota, no estado do Ceará, com raízes fincadas inicialmente no Brasil, no estado do Rio Grande do Norte. Em Forquilha após a construção do seu bem maior o Açude de propriedade do DNOCS em 1919 e a Igreja de São Francisco de Assis em 1928, aqui nasceu um FROTA que deu origem esta família enorme de homens e mulheres que cultuam a Fé em Deus. Agora observe o atestado de Óbito do Sr. Manoel Frota em 16 de março de 1972 no Cartório do 2º Oficio EDISON LUIS RODRIGUES DE ALMEIDA da Comarca de Sobral-Ceará. O Sr. Manoel Frota nasceu em 1888 acompanhou como Operário a construção do Açude Público de Forquilha com 31 anos de idade a mais tarde com Técnico do IFOCS Sebastião de Abreu em 1932 da construção dos Canais de Irrigação do IFOCS/DNOCS. Estas e outras no diário de notícia do Pesquisador da Pré-história Célio Cavalcante membro correspondente do Centro Brasileiro de Arqueologia-CBA e da Sociedade Paraibana de Arqueologia-SPA.
quarta-feira, 12 de maio de 2021
VOLUNTÁRIO DA CRUZ VERMELHA BRASILEIRA CÉLIO CAVALCANTE RECEBEU A 2ª DOSE DA VACINA CONTRA A COVID-19
sexta-feira, 7 de maio de 2021
OS 90 ANOS DE VIDA DE RAEL LOPES MATOS
O Ilustre Agropecuarista RAEL LOPES MATOS é de família oxigenada de linhagem Portuguesa que provém dos Riachos dos Guimarães, o nosso ilustre aniversariante completou nesta última segunda feira 03 de maio de 2021 seu 90 anos de vida. Muito lucido correto de experiência extraordinária ajudou na sua infância seus genitores nos afazeres agropecuários e atingindo sua maioridade caseou-se com a Sra. Zilma Maria Liberato que lhe deram os seguintes filhos: Francisco conhecido como Chico do Rael, Lina, Expedita, Wanderleia, Inácia e Vanderlúcia. O Sr. RAEL LOPES MATOS foi um dos primeiros irrigantes assentado no projeto de irrigação do DNOCS. Trabalhou com os seguintes Engenheiros Agrónomos: Dr. Jafer, João Barbosa de Paulo pessoa Sábia, José Ferreira Gomes Martins, além do Técnico Admirativo Abelardo Cavalcante de Vasconcelos e seu filho o Especialista agropecuário Célio Cavalcante e médico Veterinário Luiz Benevides Soares. Nosso aniversariante tem sua verdadeira historia no bronze com otimismo, Fé em Deus e seu legado para as futuras gerações. É só entrar e perguntar que foi no Riacho Guimarães Antônio Albuquerque Melo este construí em 1712 A igreja matriz, da cidade de Groaíras e português Manoel Madeira de Matos além do Padre Gonçalo Inácio de Loiola Albuquerque e Melo (Padre Mororó) estes vultos de nossa história são ascendente do Agropecuarista Rael Lopes Matos no seus 90 Anos de Vida em destaque no programa FORQUILHA ONTEM HOJE E SEMPRE. Desejamos saúde e vida longa parabéns. Por Célio Cavalcante membro correspondente da ACEJI.
sábado, 1 de maio de 2021
HOMENAGEM ÀS LAVADEIRAS DE ROUPAS DO AÇUDE PÚBLICO DE FORQUILHA
Neste contesto jornalista noticioso quero me render as mais alentadas famílias forquilhense que deixaram seu legado de homens e mulheres honestos trabalhadores nesta cidade. Abro o baú da história e me deparo com as minhas inesquecíveis Lavadeiras de roupas no Açude de Forquilha na década dos anos 60 até os anos 1970. São elas que Deus o guarda em vossas missões Divina: Antônia Camilo, Pequena, Dona Juliana, Dona Isabel, Dona Moinquinha, Tônia Camilo, Dona Rosa Briosa, Dona Neném Epifánio, Maria do Espírito Santo, Patucina do Noberto, Dona Rosa Mendes. Beta Vieira, Tíchica, Chiquinha Dentim, Sarita, Zefinha de Barros, Belinha do Cinco Prado, Raimunda Insossa, Maria Luíza, Dona Maria do Bofe, Pastora, Chiquinha Dente de Ouro, Luda e tantas outras que foram muitas vezes massacradas pelos Guardas da Pesca e Piscicultura do DNOCS que fazia a vigilância para não deixarem as águas de sabão entra em nosso Açude. Juntos com elas se mantinha a tradição de “bater a roupa” na pedra e deixá-la para quarar, e após secava e levava para casa. A nação que não preserva sua História, sua Memória, perde sua Identidade e se destrói a si mesma. Somos o que guardamos em nossos corações destes humanos que derramaram seu suor para deixa vivo seu legado na terra. Está homenagem as Lavadeiras de roupas do açude de Forquilha é deste amigo de vocês Célio Cavalcante Pesquisador da Pré-história membro correspondente do Centro Brasileiro de Arqueologia e da Sociedade Paraibana de Arqueologia-CBA.






