sábado, 8 de maio de 2010

A EXUBERÂNCIA BELEZA DA ARQUEOLOGIA NO MUNICÍPIO DE MAURITI – CEARÁ.

O município de Mauriti está localizado na região do Cariri, na zona sul do Estado do Ceará, mais precisamente no extremo sudeste. Seus atrativos naturais, portanto, advêm dos aspectos ambientais constituídos pelo clima semi-árido; do relevo representado por Depressões Sertanejas e pela Chapada do Araripe; dos solos litólicos (solos pouco desenvolvidos e rasos), podzólico vermelho-amarelo (solos de média a alta fertilidade), vertissolo (solos com alto teor de argila) e areias quartzosas distróficas (terreno pouco desenvolvido e profundo); e da vegetação formada por florestas caducifólia espinhosa e subcaducifólia tropical pluvial Alguns distritos se destacam no aspecto natural. Ali também nossos antepassados deixaram suas gravuras rupestres encravada na Pedra do Letreiro no Distrito de Anauá. É famosa por possuir inscrições rupestres e por estar próxima a um rio. Para se chegar até ela é necessário utilizar uma estrada de terra batida cercada por terrenos repletos de árvores. Como o acesso é difícil, a realização da trilha dura aproximadamente 2 horas. Em relação às inscrições rupestres, é possível visualizar desenhos circulares, ondulares e, o mais interessante, o formato de um corpo humano: tronco, cabeça, braços e mãos. O lugar é muito bonito e tranqüilo. A sombra proporcionada pelas árvores e pela pedra possibilita descanso físico e mental e prepara os visitantes para a volta à trilha. Este Sítio Arqueológico é visitada por moradores da região, dos municípios vizinhos e também por estudiosos. Outra informação preciosa é Pedra da Letra no Distrito de Coité pertence à era paleozóica, um local bem conhecido na região, com muitas pinturas pré-históricas, estes sinais enigmático se encontra 10 km a leste da cidade de Mauriti – em afloramento isolado de rocha devoniana. Para acessar o local leva-se 20 minutos. Deve-se pegar a estrada Mauriti-Coité e seguir a estrada da Agrovila onde existem pedras da mesma formação da Pedra da Letra. Por volta de 1960, por ocasião de fortes chuvas ocorridas, parte da pedra ruiu formando a estrutura visual de hoje. A Pedra da Letra foi tombada em 18 de dezembro de 1998 como Patrimônio Histórico Cultural do Município pela lei municipal nº338. Durante décadas, várias descobertas de ferramentas líticas, cerâmicas e pinturas pré-históricas têm acontecido no território do Geopark. A maior parte destes documentos arqueológicos encontra-se em diferentes pequenos museus do país. Fonte: Pesquisado no Site: http://www.mauriti.ce.gov.br - Pelo Guardião da Arqueologia Cearense, Célio Cavalcante.

Um comentário:

  1. DENÚNCIA: SÍTIO CALDEIRÃO, O ARAGUAIA DO CEARÁ – UMA HISTÓRIA QUE NINGUÉM CONHECE PORQUE JAMAIS FOI CONTADA



    "As Vítimas do Massacre do Sítio Caldeirão
    têm direito inalienável à Verdade, Memória,
    História e Justiça!" Otoniel Ajala Dourado



    O MASSACRE DELETADO DOS LIVROS DE HISTÓRIA


    No município de CRATO, interior do CEARÁ, BRASIL, houve um crime idêntico ao do “Araguaia”, foi a CHACINA praticada pelo Exército e Polícia Militar em 10.05.1937, contra a comunidade de camponeses católicos do SÍTIO DA SANTA CRUZ DO DESERTO ou SÍTIO CALDEIRÃO, cujo líder religioso era o beato "JOSÉ LOURENÇO GOMES DA SILVA", paraibano negro de Pilões de Dentro, seguidor do padre CÍCERO ROMÃO BATISTA, encarados como “socialistas periculosos”.



    O CRIME DE LESA HUMANIDADE


    O crime iniciou-se com um bombardeio aéreo, e depois, no solo, os militares usando armas diversas, como metralhadoras, fuzis, revólveres, pistolas, facas e facões, assassinaram na “MATA CAVALOS”, SERRA DO CRUZEIRO, mulheres, crianças, adolescentes, idosos, doentes e todo o ser vivo que estivesse ao alcance de suas armas, agindo como juízes e algozes. Meses após, JOSÉ GERALDO DA CRUZ, ex-prefeito de Juazeiro do Norte/CE, encontrou num local da Chapada do Araripe, 16 crânios de crianças.


    A AÇÃO CIVIL PÚBLICA PROPOSTA PELA SOS DIREITOS HUMANOS


    Como o crime praticado pelo Exército e Polícia Militar do Ceará é de LESA HUMANIDADE / GENOCÍDIO é IMPRESCRITÍVEL conforme legislação brasileira e Acordos e Convenções internacionais, a SOS DIREITOS HUMANOS, ONG com sede em Fortaleza - CE, ajuizou em 2008 uma Ação Civil Pública na Justiça Federal contra a União Federal e o Estado do Ceará, requerendo: a) que seja informada a localização da COVA COLETIVA, b) a exumação dos restos mortais, sua identificação através de DNA e enterro digno para as vítimas, c) liberação dos documentos sobre a chacina e sua inclusão na história oficial brasileira, d) indenização aos descendentes das vítimas e sobreviventes no valor de R$500 mil reais, e) outros pedidos



    A EXTINÇÃO SEM JULGAMENTO DE MÉRITO DA AÇÃO


    A Ação Civil Pública foi distribuída para o Juiz substituto da 1ª Vara Federal em Fortaleza/CE e depois, para a 16ª Vara Federal em Juazeiro do Norte/CE, e lá em 16.09.2009, extinta sem julgamento do mérito, a pedido do MPF.



    RAZÕES DO RECURSO DA SOS DIREITOS HUMANOS PERANTE O TRF5


    A SOS DIREITOS HUMANOS apelou para o Tribunal Regional da 5ª Região em Recife/PE, argumentando que: a) não há prescrição porque o massacre do SÍTIO CALDEIRÃO é um crime de LESA HUMANIDADE, b) os restos mortais das vítimas do SÍTIO CALDEIRÃO não desapareceram da Chapada do Araripe a exemplo da família do CZAR ROMANOV, que foi morta no ano de 1918 e a ossada encontrada nos anos de 1991 e 2007;



    A SOS DIREITOS HUMANOS DENUNCIA O BRASIL PERANTE A OEA


    A SOS DIREITOS HUMANOS, como os familiares das vítimas da GUERRILHA DO ARAGUAIA, denunciou no ano de 2009, o governo brasileiro na Organização dos Estados Americanos – OEA, pelo DESAPARECIMENTO FORÇADO de 1000 pessoas do SÍTIO CALDEIRÃO.


    QUEM PODE ENCONTRAR A COVA COLETIVA


    A “URCA” e a “UFC” com seu RADAR DE PENETRAÇÃO NO SOLO (GPR) podem localizar a cova coletiva, e por que não a procuram? Serão os fósseis de peixes do "GEOPARK ARARIPE" mais importantes que os restos mortais das vítimas do SÍTIO CALDEIRÃO?



    A COMISSÃO DA VERDADE


    A SOS DIREITOS HUMANOS busca apoio técnico para encontrar a COVA COLETIVA, e pede que o internauta divulgue a notícia em seu blog/site, bem como a envie para seus representantes no Legislativo, solicitando um pronunciamento exigindo do Governo Federal a localização da COVA COLETIVA das vítimas do SÍTIO CALDEIRÃO.


    Paz e Solidariedade,



    Dr. Otoniel Ajala Dourado
    OAB/CE 9288 – 55 85 8613.1197
    Presidente da SOS - DIREITOS HUMANOS
    Editor-Chefe da Revista SOS DIREITOS HUMANOS
    Membro da CDAA da OAB/CE
    www.sosdireitoshumanos.org.br
    sosdireitoshumanos@ig.com.br
    http://twitter.com/REVISTASOSDH

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